domingo, 20 de maio de 2012

Minha coleção…

Mais um item da minha coleção, lixinhas de unha de oncinha!!!

 

sábado, 19 de maio de 2012

Compartilhando leitura…

Terminei de ler um livro muito interessante chamado “A HISTÓRIA DE UM ANJO – a vida nos mundos invisíveis”, de Roger Bottini Paranhos, que versa sobre as mudanças necessárias que os habitantes da terra precisam enfrentar para o aprimoramento moral em face do transição planetária. Vale a pena conferir:

Página 82:

Como seguir então, o caminho correto? Onde está esta norma de vida? No evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo? Viver estes ensinamentos com sinceridade e honestidade, é o caminho, a verdade e a vida.

Página 83:

“Deus Pai, mora em Ti a infinita Bondade e o infinito Amor, Compadece-te destes teus filhos que se perderam nos caminhos do ódio e do egoísmo, Auxilia-os a compreender que é chegada a hora da liberatação, Que é chegada a hora de entender que os filhos do Criador nasceram para a glória e não para o sofrimento, Mostra, Senhor, a estes Teus filhos, que a Tua Divina Lei é de amor e de perdão, Faze com que eles entendam que Tu permites sempre a recuperação do doente, jamais condenando qualquer filho Teu ao sofrimento eterno, Pelo contrário, Tu és Amor, e como tal, buscas para Teus filhos a felicidade e a paz, Quando, oh Senhor, despertaremos? Quando abandonaremos nossos caprichos inferiores para somente vivermos dentro do teu mundo de amor de paz?”

Página 133:

“O contato com a natureza permite-nos o restabelecimento de nossas energias. Experimentemos abraçar uma árvore ou andar descalço na grama; veremos a integração perfeita entre o ser humano, principal obra da criação, e a natureza. Através da energia que as formas primárias de vida emitem, podemos restabelecer as energias que perdemos através do trabalho desgastante do dia-a-dia.”

Página 155/156:

“Então o Governador do Mundo então tomou a palavra para si: “Pai Querido, Permite-nos agradecer por este momento de confraternização, Que o empenho e a alegria , aqui presentes, sejam combustíveis suficientes para animar-nos a todos em busca das glórias que sabemos ser só Tuas, Ilumina, Senhor, as nossas iniciativas para que Teus Augustos desígnios sejam sempre alcançados, Pedimos, também, meu Pai, que Tu nos abençoes para a realização do projeto, de que neste belo entardecer, tecemos os primeiros fios, E que com o passar das décadas, possamos lembrar desta tarde como o prenúncio da Grande Transformação, Que todos nós aqui presentes possamos sempre trabalhar para Tua Glória, E o senhor, permite-nos elevar sempre o nosso coração de filho ao teu coração magnânimo de Pai, que está sempre ao nosso lado na caminhada.”

Com os olhos fixos no céu límpido, Jesus orou a sua inesquecível suplica conhecida como “Pai Nosso”.

“Pai Nosso que estás em todo o Universo, inclusive em nossos corações. Santificado seja o Teu Sagrado Nome, Venha a nós, teus filhos, que é o Teu Reino. Seja feita sempre a Tua Augusta Vontade, pois Tu sabes melhor do que nós o que é melhor para o nosso futuro, Dá-nos, Senhor o pão do espírito, que é a conquista da vida imortal, Perdoa os nossos erros, nossas ofensas, assim como devemos perdoar os delizes de nossos irmãos despreparados para a luz, E, meu Pai, não nos deixei cair em tentações e livra-nos de todo o mal, porque são sempre Teus todo o Poder e toda a Glória. Que Assim Seja.”

Página 204:

(...) lembrei-me das reuniões do “Evangelho no Lar”, muito comuns entre nós espíritas. Através da vidência, podemos observar o incontável número de espíritos que assistem a essas reuniões. As raras famílias que realizam essa reunião de amor auxiliam a um infinito de número de irmãos desencarnados que precisam ouvir as palavras de Jesus para encA história de um anjoontrarem a paz. Infelizmente, quando estes irmãos desencarnados procuram a casa de seus familiares para uma palavra de conforto, só encontram conversações fúteis, ou então, as deprimentes telenovelas. Se todos dedicassem pelo menos trinta minutos por semana para a realização da leitura e de comentários sobre as passagens do Evangelho de Jesus, o mundo, hoje em dia, já estaria bem mais feliz e pacífico. Através dessa reunião de amor, paz e fé, nós podemos auxiliar a familiares que partiram (...)”

Página 204/205:

“Senhor, agradecemos pelo alimento que Tu nos ofereces, Que os frutos da Terra possam sempre alimentar o mundo, E que a esterelidade dos campos jamais ocorra nesta Pátria Amadam que Tu nos ofereceste por berço, Inspira, Senhor, os dirigentes do nosso país, para que eles não se esqueçam da imensa multidão de famintos que vivem à margem da sociedade, Ilumina, também, Senhor, nossos corações, para que façamos a nossa parte nos ofícios da caridade, auxiliando àqueles que sentem a dor que a falta de alimento proporciona, Abre os olhos, Senhor, desta humanidade, que insiste em ter o direito de reclamar, mas não se acha nunca no dever de ajudar. Que Assim Seja.”

Página 206:

“A Doutrina Espírita é o advento do Consolador Prometido. Através das sábias elucidações dos espíritos, conseguimos compreender melhor a mensagem do Cristo, sem distorções que os séculos impuseram à Verdade do Messias. Infelizmente, alguns fanáticos religiosos atavam a Doutrina Espírita, mais por desconhecimento do que por maldade. Os ensinamentos espíritas significam liberdade. É a fé raciocinada. A partir dela podemos descobrir todos os fenômenos que envolvam a vida criada por Deus e, assim, conquistarmos uma fé verdadeira, livre do medo e da desconfiança.

Jesus no tempo que esteve conosco, não pôde trazer a verdade de uma forma clara, pois o homem daquela época não estava preparado para tais revelações. Mas ele prometeu-nos que, quando chegasse o momento, ele nos enviaria mensageiros para elucidar as coisas sagradas. E isso está acontecendo há mais de cento e cinquenta anos, através da Doutrina Espírita.

Através de mais esta janela divina, que Jesus descortina, podemos compreender melhor os seus conceitos de luz. O perdão ilimitado que ele sempre nos ensinou, compreendemos melhor, através da lógica das reencarnações a que o espírito se submete por infindáveis séculos. Como não perdoar nossos semelhantes se, talvez, aquele mal que sofremos poder ser fruto do mal que causamos, a esse que nos odeia, em um passado distante?”

Página 218:

“- Bem, irmãos, vamos elevar o nosso pensamento a Deus e a Jesus para tornarmo-nos dignos deste momento em que receberemos o amor e a luz do Alto.

(...) “Amado Mestre Jesusm mais uma vez estamos aqui reunidos em Teu Nome. E como Tu nos disseste, “onde dois ou mais estiverem reunidos em Meu Nome, lá Eu estarei”, pedimos, então, a Ti e aos teus anjos de Luz, que são os espíritos iluminados pelo incessante trabalho cristão, que nos auxiliem aqui, nesta noite, para que possamos realizar este trabalho espiritual em paz e harmonia. Pedimos a Ti, Senhor, também, que abras os nossos corações e nossas mentes, para que possamos analisar o ensinamento desta noite sem reservas e sem preconceitos. Que o nosso espírito esteja livre para receber as bênçãos do Alto sem ódio, ou qualquer tipo de revolta. Que a paz esteja em nós, pelo menos nesta noite, como sempre esteve comigo em todos os momentos de Tua caminhada neste mundo. Inspira-nos, Senhor, o estado d’alma, que ainda não estamos à altura, mas que com Teu auxílio um dia conquistaremos , para Tua Glória e para Glória do Pai. Permite-nos, Mestre Jesus, neste momento, estarmos um pouquinho mais perto de Ti, e assim, podermos melhor ouvir os Teus fraternos conselhos , que se seguíssemos na íntegra, afastaríamos, de nós, toda dor e todo sofrimento. Senhor, permite-nos também proferir a Tua oração, que nos ensinaste há dois mil anos atrás, para que assim, elevemos nossos pensamentos ao profundo estado de pureza que este trabalho exige.”

Página 220:

“Pedi e Obtereis, contido no capítulo vinte e sete do Evangelho Segundo o Espiritismo: “... Não afeteis orar muito em vossas preces, como fazem os gentios, que pensam ser pela multidão de palavras que serão atendidos. Não vos torneis, pois, semelhantes a eles, porque Vosso Pai sabe do que necessitais antes de o pedirdes.

Quando vos apresentais para orar, se tendes alguma coisa contra alguém, perdoai-lhe, a fim de que vosso Pai, que está nos Céus, perdoe também vossos pecados. Se vós não perdoais, vosso Pai que está nos Céus, não vos perdoará também vossos pecados.”

- A prece, irmãos, é poderosa arma que Deus nos oferece para vencermos as dificuldades do dia-a-dia. Através dela, podemos mobilizar o auxílio dos espíritos de luz , que certamente virão em nosso socorro. Por meio da oração, orientamos o nosso pensamento em uma linha positiva. O “pedi e obtereis”, que Jesus nos ensinou, reflete a linha de ação e reação, a que todos estão sujeitos. Se tivermos bons pensamentos, de luz e de esperança, alcançaremos a paz que procuramos. Agora, se formos derrotistas, atrairemos espíritos trevosos que sabem muito bem aproveitar-se dos nossos momentos de fraqueza. Por meio da prece, mantemos o nosso espírito iluminado, evitando as más influências.

Não podemos esquecer, também, que para pedirmos temos que ter merecimento. Como Jesus nos disse (...) é necessário perdoarmos antes de pedir, pois o Pai é justiça e sabedoria. Sendo justiça, ele não pode dar a quem não faz por merecer. Através das dificuldades, Deus nos lembra que também precisamos de auxílio e de amparo, e que vivemos em sociedade, sendo que somos todos iguais e que todos somos merecedores de respeito mútuo. Aquele que acredita que não precisa perdoar, não recebe as bênçãos que pede a Deus, pois por ser egoísta, não é digno de ser atendido.

Agora aquele que tem fé e segue os ensinamentos cristãos , respeitando e perdoando seu semelhante, seja quem for, este, com certeza, será atendido em seu pedido.

É importante lembrar que a prece deve ser resultado da intenção de nossos corações. Jamais devemos realizar a prece decorada, sem sentimento. Devemos realizar as nossas próprias orações! A nossa oração pode ser realizada com palavras humildes e desarranjadas, desde que seja com pureza de sentimentos e intenções. Mais vale, para o Pai, uma oração precária, mas de coração, do que a mais bela composição literária, mas fria e decorada.

Página 233:

“Se Deus nos desse uma única vida para conquistarmos seu Reino de Amor e de Paz, elevando os bons aos Céus, e rebaixando os maus às zonas infernais, Ele não seria um Bom Pai e um justo Criador. Pois vejam quantas diferenças existem entre todos nós, que estamos encarnados neste mundo. Alguns nascem saudáveis e perfeitos, outros nascem com diversas deficiências físicas. Alguns nascem ricos, outros pobres. Alguns são abençoados com uma vida feliz, outros com contínuas dificuldades de toda a natureza. Como Deus poderia ser justo, se em uma única vida, ele colocasse seus filhos em diferentes situações com vistas a alcançar um mesmo objetivo? E isto sem falar daqueles que renascem se nem ao menos possuírem a capacidade mental, que lhes permitiria optar pelo caminho de Deus ou o caminho do desregramento moral.

Analisando desta forma, vemos que é inaceitável a crença de uma única vida, pois se agora temos algumas dificuldades, estas são, provavelmente, frutos de vidas passadas. E se temos méritos, não devemos julgar ser fruto de uma graça divina, pois Deus não dá nada de graça a seus filhos, pois isto seria injustiça com aqueles que não a receberiam. Tudo o que recebemos é fruto das diversas existências que vivemos, sejam boas ou más.

Jesus já nos dizia “A casa um será dado segundo suas obras” e a Semeadura é livre, mas a colheita é roger_bottiniobrigatória. Se hoje passamos por dificuldades, lembremo-nos que podemos encontrar a paz para as nossas vidas futuras, basta que nos entreguemos ao Bem, que se resume na prática do Evangelho de Jesus.”

Página 289:

“- Meus irmãos, a caridade é a base da Doutrina Cristã. Jesus, em seus ensinamentos, nos convoca  ao auxílio mútuo para o nosso crescimento espiritual . Também Allan Kardec, ao codificar o Evangelho Segundo o Espiritismo, percebeu a importância do tema, dedicando um capítulo inteiro ao assunto, sob o título: Fora da Caridade não há salvação”.

Pela  importância do tema em questão, torna-se imprescindível entender que a caridade não é sustentar aos nossos irmãos, mas, sim, auxiliá-los a crescer por si só. Ou seja, não devemos dar o peixe, mas, sim, ensinar a pescar!

As instituições assistenciais devem ajudar as pessoas trabalhadoras que são prejudicadas pela péssima distribuição de renda deste injusto sistema social que predomina no mundo. Mas o objetivo básico da verdadeira caridade não é sustentar aos nossos irmãos, mas, sim, auxiliá-los a crescer por si só. Ou seja, não devemos dar o peixe, mas, sim, ensinar a pescar!”

Página 294: “(...) algumas vezes o processo de desencarnação, prega-nos algumas peças. Toma cuidado com teus pensamentos, pois viverás uma experiência única em tua existência. (...) Ao chegar ao plano espiritual, não te desesperes! Confia em Deus e em Jesus! Com certeza tu sofrerás algumas perturbações. (...) Mas não te esqueças que: “O Senhor é o Nosso Pastor, portanto nada nos faltará!”

domingo, 5 de junho de 2011

Minha coleção…

Mais um item da minha coleção, uma bolsinha de oncinha. Ganhei da minha irmã querida. Muito chique, não?

 

terça-feira, 3 de maio de 2011

Compartilhando leitura…

Do livro: Fundação “Emmanuel”, de Carlos A. Baccelli, pelo espírito do Dr. Inácio Ferreira, reparto alguns trechos de uma prazeirosa leitura, que muito está contribuindo na minha caminhada e espero que contribua com a de todos vocês que acompanham o blog.

Pág. 10: (...) Os que morrem, mas não se libertam, continuam se achando proprietários dos bens que deixaram: casas, fazendas, automóveis, contas bancárias... Não é fácil o desapego! – Não é fácil, porque quase ninguém se preocupa em exercitá-lo; vive-se, na Terra, a cultura do consumismo... Os bens materiais, inclusive o corpo físico, são, quase sempre, os únicos valores que o homem aprende a cultivar: são o seu único ponto de referência... É natural que, vivendo debaixo de semelhante sugestão, por 60, 70 ou mais anos, não se descondicione facilmente. Por este motivo, carecemos de insistir para que o homem adota a cultura do espírito, sem o que, infelizmente, a Reencarnação permanecerá para ele um círculo vicioso.”

Página 11-12: “(...) A desencarnação é um processo de transição que, por vezes, acontece de maneira violenta. Quem, por exemplo, comete o suicídio ou, então, é assassinado, é lançado numa espécie de turbilhão, dentro do qual não consegue se localizar com presteza, a não ser que, pelas circunstâncias de seu desenlace, se faça merecedor da imediata assistência dos que por ele se interessam.”

Página 28-29: “(...) o nosso relacionamento com as pessoas, encarnadas ou não, é uma questão de reciprocidade. O Cristo foi tentado, mas não atingido... O lírio que desabrocha no charco se mantém imáculo. O rio, contornando obstáculos, caminha, indiferente, na direção do mar. A semente supera a cova obscura e desabrocha, atraída pelo magnetismo solar. Quem direciona o pensamento para o Alto, se não pode evitar os apuros da retaguarda, não se detém na marcha em que segue, determinado. (...) através da prática sistemática do Bem, poderemos nos defender do Mal – tanto no interior, quanto do exterior. É a caridade que nos educa, pois, à medida que persistimos, modificamos, em nós, hábitos e tendências.”

Página 122: “- O conhecimento espírita nos cumula de deveres e não de privilégios. Não nos equivoquemos.” Certa vez, ouvi Chico Xavier responder ao repórter de um periódico doutrinário que o enaltecia na condição de missionário: “A missão do capim é alimentar o boi...” Segundo estamos informados, a maioria dos grandes pioneiros do Espiritismo na Terra está se preparando para regressar às lides no corpo perecível – muitos deles, na ânsia de não perder tempo, já se encontram reencarnados. Após o desenlace físico, constatando melhor a extensão da luta em que todos estamos engajados, não se sentiram no direito de permanecer à distância do campo de batalha e optaram pelo retorno quase imediato à fonte de combate; e os que ainda não se corporificaram, qual acontece a nós outros, recém-egressos das trincheiras de resistência, prosseguimos ombreando com eles, porque, conforme sabemos, Deste Outro Lado a refrega não se interrompe, onde, por vezes, se mostra tão ou mais encarniçada. Enganam-se os que supõem no Cristo um general de campanha, elaborando estratégias para os seus comandados, inacessível à artilharia dos adversários... O Senhor não se omite e provou-nos que não teme o sacrifício, quando, sozinho, caindo em poder de forças contrárias, foi imolado na cruz. Sem, é claro, que O possamos ver, combatamos convictos de que é Ele quem nos sustenta, e a vitória do Bem, embora pareça tardar, é iminente. O ódio cederá lugar ao amor e as trevas terminarão por se render à luz! Não nos passe pela cabeça a idéia de que possa se r diferente... Quando, meus amigos, faço referência aos nossos opositores, é evidente que, em particular, me reporto aos que, há séculos, trazemos em nós e não propriamente aos que se confrontam conosco no campo da luta exterior: o homem não é inimigo do homem!... Os nossos adversários reais chamam-se egoísmo e orgulho, ambição e prepotência, invigilância e insensatez, fanatismo e preconceito, a se traduzirem em um único que, nestes todos e noutros mais se transfigura: a ignorância! E tal inimigo, que se assemelha a um ciclópico monstro da Mitologia, só será vencido através do Conhecimento, que se traduz por um processo de reeducação do ser, ou seja, por uma profunda modificação de hábitos. “Conhecereis a Verdade, e a Verdade vos libertará” – enfatizou Aquele que, se não aceitou ser considerado bom pelos Apóstolos, não se furtou à condição de Mestre!...”

Página 133: “ O Evangelho de Jesus é o alicerce e a cúpula do edifício doutrinário, o começo e o fim de nossas mais sublimes aspirações.”

Página 260: “O corpo é o filtro do espírito que, de vida em vida, vai se depurando. Um dia, sem nunca ter morrido, não morreremos jamais.”

Página 304-305: “(...) é na dor que o espírito se inspira e se supera, quando, evidentemente, não cede às sugestões de revolta e não descamba para a descrença... Uma peça qualquer que estivesse fora de lugar na minha vida alteraria, de modo significativo, o rumo que ela deveria ter tomado! Portanto, meus irmãos, não nos queixamos das dificuldades, nas quais a Sabedoria do Criador opera a nova renovação. Abençoemos, sempre, as nossas provas, por mais árduas sejam! Como no-lo afirma o Apóstolo, “todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus...” Sigamos adiante.”

Página 305-306-307: “ – Senhor Jesus, Mestre Amado, eis-nos aqui reunidos em torno do Teu nome, agradecidos à Tua bondade e ao Teu amor por todas as bênçãos imerecidas que proporcionas à nossa indi gência espiritual de milênios ... Não nos consintas mais o retrocesso e nem nos deixes enveredar pelos atalhos em que nos distanciamos de Tua luz! Embora as imperfeições que ainda nos caracterizam e, tantas vezes, nos fazem sucumbir na caminhada, não nos permitas incorrer no agravamento de nossos débitos, desertando dos deveres que nos cabem cumprir junto aos nossos irmãos em Humanidade. Que a ingratidão dos homens que, um dia, Te fizemos sentir, na taça de fel que sorveste à derradeira gota, enquanto agonizavas na cruz, não nos desencoraje na vivência dos Teus santos postulados... Que não esperemos colher o que não tenhamos semeado, à custa do suor que vertemos em prol do Ideal que nos enobrece a vida e nos torna dignos do Teu amor para sempre! Mestre, compadece-te das chagas à mostra de nossa invigilância e insensatez, tão diferentes daquelas que nossos desatinos Te impuseram no passado, ignorando que os cravos com que as Tuas mãos e pés foram traspassados, se alojariam em nossa consciência culpada... Perdoe-nos, Senhor , e que nossa debilidade moral não nos leve a esmorecer diante do serviço que nos espera a colaboração. Ainda que nada possamos – e, efetivamente, nada podemos –, que, pelo menos , nos seja dado executar o trabalho que um simples verme executa nas entranhas do solo... Não nos alijes do conceito dos ínfimos seres da Criação Divina, dos quais fazemos parte, que, consciente ou inconscientemente, Te desejam louvar! E, ainda que a tentação nos submeta e as trevas se adensem à nossa volta e, temporariamente, nos façamos instrumentos do mal, a conspirar contra Ti, resgata-nos o espírito, Senhor, por misericórdia, dos escuros abismos em que nos projetamos e nos quais, infelizmente, nos comprazemos no culto ao prazer e à ilusão que passam...”

domingo, 10 de abril de 2011

Compartilhando leitura…

Este livro, chamado “NADA FICA SEM RESPOSTA”, de Elisa Masselli, que hoje compartilho a leitura é muito especial. É a segunda vez que o li. Decidi que iria o ler novamente, porque havia ficado na minha lembrança vários ensinamentos dele, que gostaria de registrar no blog. Com os trechos abaixo, teremos a chance de começarmos a entender sobre muitos pontos: a Justiça Divina, a Sua Lei, a Lei do Perdão, influência dos espíritos (conforme nossa faixa vibracional), fé, caminho do bem, escolhas e conseqüências... Não poderia deixar de anotar trechos tão esclarecedores. Espero que a leitura seja tão boa para todos, como foi para mim.

Página 65: “A Lei de Deus é sempre justa e perfeita, (...) A Lei é justa. Ela serve para nos ajudar a encontrar nosso caminho. Você diz que sofreu uma injustiça... Se isso realmente aconteceu, terá o direito de exigir que a Lei seja cumprida. Mas pode também usar a maior lei que existe. Essa lei é a lei do amor, que a tudo perdoa. (...) O perdão sempre foi e será o único caminho para se chegar a Deus. Sem ele, afastamo-nos da felicidade da perfeição para sempre.

Página 75: “Sentia o coração leve. (...) Embora (...) permanecessem ao seu lado o tempo todo, não conseguiam se aproximar, muito menos intuir maus pensamentos. Desde que Márcia encontrara Lenita e se preocupara com ela, e  durante todo o tempo em que esteve no hospital, ela ficou como que protegida por uma aura de luz que brotava de seu coração. Durante a viagem de volta no carro, seu pensamento foi só para Lenita e pelo grande amor que sentia por ela. Gervásio e Farias entraram em seu apartamento, mas ela os afastava com o pensamento de amor. Farias ficou nervoso: - Que está acontecendo? Porque não posso mais chegar perto dela? – Você ouviu o que Damião disse: se ela não praticar aquela maldade, se deixar o coração só com o sentimento de amor, você não poderá se aproximar. - Não é justo! Ela não pode ter mudado tanto. – Sempre se pode mudar. As chances que Deus nos dá são imensas. (...) No mesmo instante em que sua faixa de pensamento mudou, Farias e Gervásio perceberam que ela agora podia ser atacada.”

Página 77-78: “(...) Farias lançou-se sobre ela, mas não conseguiu alcançá-la. Uma luz a protegia como se fosse um escudo. Ele foi jogado para longe. Ficou desesperado, sem saber o que fazer, e coNada ficameçou a gritar: - Gervásio, que aconteceu? Por que não consigo me aproximar? Ela está tendo pensamentos bons e firmes, por isso um daqueles lá de cima a está protegendo. Enquanto ela continuar assim, não poderemos nos aproximar. – Não pode ser! Ela é lá de ter bons pensamentos? (...) – Sempre há uma hora para se arrepender e conseguir o perdão e o amor de Deus. Se ela continuar assim, (...) Não conseguirá se aproximar. Farias não se conformou. Jogou-se várias vezes sobre ela e várias vezes foi repelido e atirado longe.”

Página 85: “Você tem que confiar na bondade de Deus e ter certeza de que ele nunca abandona seus filhos. (...) Deus é pai. Às vezes ele nos manda alguma dificuldade, por nossa própria culpa, para nos ensinar ou porque temos alguma dívida para resgatar.”

Página 88-89: “- Lembre-se de que a Lei é justa e soberana. Se alguém o ferir, você tem o direito de retribuir. Mas poderá também perdoar e seguir ajudando um possível inimigo a encontrar o verdadeiro caminho, um caminho com muito mais felicidade. Volto a dizer: o perdão é a única arma que existe para o caminho da luz. – Nã o estou entendendo. Quer dizer que, se eu perdoar, ela ficará impune? – Não. Pelo mal que causou, ela terá de responder. Se você a perdoar, o único a ganhar será você mesmo. (...) O senhor vem me dizer que, para eu sair daqui, terei de perdoar? Como perdoar quem me destruiu e me lançou neste vale terrível? – Ninguém é inocente. Você com certeza deve ter feito algum mal a ela. Assim como você está fazendo agora, ela também não o perdoou, por isso não titubeou em magoá-lo quando teve oportunidade. Ela também usou a lei do livre-arbítrio, como você poderá usar agora. Vocês são inimigos de longa data. Um nunca quis perdoar o outro. Por isso, sempre que se encontram, a peleja, ao invés de terminar, continua cada vez mais acirrada. Novamente estão frente a frente. Agora a decisão está em suas mãos. Sua luta pode terminar aqui ou continuar, até que um dia os dois se cansem e um ceda à força maior, que é o amor. – Se eu perdoar, poderei ir embora daqui? Viver feliz? E com ela, o que acontecerá? – Sim poderá ir embora, viver feliz. Ela continuará sua luta contra o mal, a desilusão e o ódio que carrega dentro de si, até que um dia entenda que tudo isso não leva a nada, que só no amor e no perdão se encontra a real felicidade. Quando esse dia chegar, encontrará a paz que tanto procura. (...) Damião fechou os olhos e lançou uma prece ao infinito: - Senhor meu Deus, pai supremo, inspire-me na melhor maneira de ajudar esse irmão que está perdido nas malhas do ódio e da vingança. Permita, meu pai, que eu consiga ajudá-lo a entender que sua Lei é suprema e justa.”

Página 95-96: “Essa deve ser mais uma prova pela qual terei de passar. Meu Deus, dê-me forças para não fraquejar. (...) Por favor, ajude-me a não me revoltar e bradar contra sua justiça. Imediatamente um vulto se aproximou, abraçou-a e carinhosamente falou a seu ouvido: - Minha filha, não se desespere. Tudo um dia vai terminar. (...) Deus estará sempre com você, enquanto acreditar em seu amor e em sua justiça. Reaja contra esse sentimento de ódio, mágoa e desilusão que agora está sentindo. Confie no amor, na justiça e na Lei.

Página 111-112-113-114: “– Os espíritos maus são as mesmas pessoas más que um dia desencarnaram. Quando desencarnamos, continuamos sendo como sempre fomos. Se éramos bons, continuamos bons; se éramos mentirosos, fofoqueiros, briguentos, continuamos da mesma forma. Dependendo do gru da maldade praticada, os espíritos se tornam escravos de outros mais espertos. É como um presidiário que vai parar em uma cela onde existem presos antigos e poderosos: ele é obrigado a se adaptar ao que estes querem. – Isto será verdade? Quer dizer que, mesmo não tendo erros, como acredito não ter, posso ser vítima de um espírito como esse? – Deus é pai supremo e justo. Nunca, jamais permitiria que um filho seu sofresse sem motivo. Você hoje pode ser e é, sei disso, uma pessoa boa e cumpridora dos seus deveres, mas nada pode nos garantir que no passado, em outra vida, tenho sido sempre assim. – Está dizendo que posso hoje responder por algo que fiz no passado e de que não me lembro? – Isso mesmo. Essa é a Lei. – Que Lei é essa? Não importa o que fiz ontem, importa o que sou hoje. – Você pode pensar assim, mas suas vítimas de ontem podem pensar de maneira diferente e exigir uma justiça da qual se acham merecedoras. – Se for verdade, isso não é justo. – Aqui na Terra, quando alguém comete um crie, a lei não o prende e o condena? Por que com a justiça de Deus seria diferente? – Se for assim, se estou pagando por erros passados, (...). Está dizendo que não existe meio de escapar? Está dizendo que nada pode ser feito? Está dizendo que o mal poderá vencer sempre? – Existe uma luta constante entre o bem e o mal. Todos somos espíritos aprendizes, estamos aqui para nos encontrar com nossos inimigos de outrora e tentar uma reconciliação. Se alguém lhe fez um mal (...), o único caminho que conheço é o do perdão e do amor. – Perdão? Amor? Como posso perdoar e amar uma pessoa que está tentando destruir a mim e à minha família? – Esse é o único caminho que conheço. (...) segurou as mãos de cada uma e fez com que elas segurassem as suas, formando assim uma corrente. Fez um pai-nosso, abriu uma página do Evangelho e leu a parábola do filho pródigo. Quando terminou de ler, falou: - Senhor meu pai, como um dia o filho pródigo pediu perdão e o regresso para o lar, neste momento estamos aqui pedindo perdão e o regresso para o lar, neste momento estamos aqui pedindo perdão por todos os crimes praticados. Sabemos que somos devedores, mas sabemos também que de suas mãos só podem cair bênçãos. Senhor, neste momento, unidas no mesmo amor em torno de nosso irmão (...), pedimos que suas bênçãos caiam sobre ele e sua família, que de nossos corações neste momento possam sair raios de luz que atinjam, onde estiverem, a pessoa e os espíritos envolvidos. Que eles possam, Senhor, entender que o mal hoje feito só poderá lhes trazer muito mais sofrimento amanhã. Confiamos em sua justiça e sabedoria. (...) A cozinha foi tomada por luzes coloridas de um lilás suave que as envolvia e subia para o alto. (...) contemplava aquela luz e em pensamento agradecia: “Obrigada, Senhor meu pai, por ter ouvido nossas preces. Em suas mãos colocamos nossas vidasElisa Masseli.”

Página 118: “Meu Deus, pai poderoso e amoroso, não permita que o mal tome conta de nosso lar. Estamos aqui para cumprir nossa missão perante nós mesmos e nossos filhos. Não permita, Senhor, que essa missão seja interrompida. Que a luz divina caia sobre nós e sobre nossos inimigos Abençoe, Senhor o nosso lar. Ajude-nos, meu pai. Que nosso amor possa superar tudo que está acontecendo. Confiamos, Senhor, em seu amor.”

Página 121: “– Aqui estamos, Senhor, dentro do nosso lar, juntos e confirmando nosso amor. Não sabemos muito sobre a vida eterna, mas sabemos que o Senhor é um pai supremo e amoroso. Por isso lhe pedimos humildemente que proteja a nós e a nossos filhos, para que possamos continuar vivendo em paz a fim de cumprir nossa missão aqui na Terra. A essa pessoa que porventura tenha nos feito algum mal, se ela existir, pedimos que sua luz a ilumine e traga de volta para seus braços; a esse espírito ou espíritos em pacto com ela, também seja enviada muita luz para que eles entendam que o espírito é livre, ama e perdoa a todos, por isso não precisa ser escravo, a ao ser de si mesmo. Senhor, tenha compaixão de nós todos e derrame suas graças sobre nosso lar”.

Página 133-134-135: “– Todos nós, inclusive os espíritos, deveríamos saber que Deus é um pai amoroso. Se nos manda algumas provas, se nos castiga de vez em quando, é porque, sabendo que estamos nos desviando do caminho, quer nosso desenvolvimento como espírito. Ninguém, encarnado ou não, está condenado a uma vida eterna de sofrimento. Um dia a felicidade virá, através do caminho do bem, do amor e do perdão. Jesus nos ensinou que cada um tem de fazer sua parte. Precisamos aprender qual é a nossa parte. Por isso ele coloca nosso caminho outros espíritos, encarnados ou não, para nos ensinar. Assim, por meio da dor ou da felicidade, sempre aprendemos mais. Por isso devemos agradecer por todas as oportunidade que nos são dadas. (...) – Quando retornamos à Terra para uma nova escola de aprendizado, deixamos no plano espiritual amigos que nos amam e que sofrem se não conseguimos vencer os desafios. Muitos deles esperam com ansiedade nossa volta. Portanto espírito algum precisa ficar perdido sem destino; ele sempre terá alguém que ama e por quem é amado esperando-o. Basta desejar profundamente e pedir a Deus essa graça. (...) – Todos somos filhos de Deus, portanto eternos como ele. Todos temos um passado do qual com um pequeno esforço e a ajuda de bons irmãos espirituais poderemos nos lembrar. Por isso, meus irmãos, já que estamos neste momento imbuídos de muita fé e caridade, vamos juntos elevar nossos pensamentos até Deus, nosso pai, para que possamos ser atendidos e socorridos por aqueles que amamos e por quem fomos amados um dia, e, com certeza, ele nos dará essa graça. (...) – As pessoas que amamos estão sempre ao alcance de nosso pensamento. Para tê-las ao nosso lado, só é necessário pedirmos a Deus, nosso pai, sua permissão. Ele é infinito em sua bondade e perdão, precisamos apenas acreditar e pedir sinceramente.

Página 229: “ (...) A morte não existe para o espírito. Ele é eterno. Somos eternos. Como todas as pessoas vivem na Terra, você pensa que, ao morrermos, tornamo-nos fantasmas, não temos mais corpos. Não é verdade.”

Página 234: “(...) Aqui é nosso verdadeiro lar. Renascemos em vários lugares apenas para nos aperfeiçoar e progredir no aprendizado da Lei Maior. A cada renascimento, nos aperfeiçoamos sempre. Chegará um dia em que não precisaremos mais renascer.”

Página 247: “(...) Meu irmão, a Lei é justa e é para todos. Imagine um pai da Terra, sendo um espírito imperfeito Quando descobre um erro de seu filho, ele fica bravo, dá um castigo, mas em seguido perdoa, e, se o filho quiser, ele sempre lhe dará uma nova chance. Depois de imaginar isso, pense em Deus como o pai supremo. Aquele pai amoroso, carinhoso e justo, que quer só o bem para seus filhos. Ele poderá até castigar, mas sempre dará uma nova chance. O Pai não nos abandonará nunca. Um pais da Terra sempre visita seu filho, embora ele possa estar em uma prisão. Deus, da mesma forma, está sempre ao nosso lado. Essa é a beleza da Lei. Por isso temos de confiar sempre nela.”

Página 283: “ – Deus, nosso pai, é justo e maravilhoso. Concede a todos, pecadores ou não, o direito ao perdão. Abençoa-nos sempre. Sua Lei é implacável, mas também magnânima. Ele fica feliz quando vê um filho retornando para o caminho do bem.”

Página 286-287: “(...) Se todos nós somos espíritos antigos, se já renascemos muitas vezes, como podem existir tantas crianças aqui? (...) – Também estranhei quando aqui cheguei, mas aprendi que a Lei é sábia. Imaginem se, ao acordar aqui, vocês olhassem para um espelho e fossem uma outra pessoa. O que sentiriam? – Muito medo (...). – Exatamente. Sentiriam muito medo e não aceitariam a realidade. Por isso, quando regressamos mantemos sempre a mesma aparência da última encarnação. Após algum tempo, após entendermos e até relembrarmos de existências passadas, podemos apresentar a imagem que queremos. Muitos usam as de outra encarnação, ou continuam com a última. Algumas das crianças que vieram (...) são recém-chegadas. Outras preferiram continuar sendo crianças. Continuarão assim até que queiram mudar. A maioria diz que os pais que estão na Terra sempre se lembram delas como crianças, e assim elas recebem com mais facilidade os pensamentos de carinho que eles lhes mandam. – Mas dessa maneira elas também recebem com mais facilidade os pensamentos de dor e de sofrimento. – Sim, infelizmente isso acontece muitas vezes, mas com o tempo esses pensamentos de dor e sofrimento vão ficando cada vez mais raros e se transformam em pensamentos de amor e saudade, o que faz muito bem a todos, mas principalmente às crianças. – É. A Lei é realmente sábia.”

Página 304: “(...) Jesus nos ensinou a perdoar sempre e a ajudar nossos inimigos, porque ajudar um amigo sempre é muito mais fácil”.